
Não sei descrever
Não tem explicação
É apenas meu jeito de ser
Não existe descrição
Há um paradoxo no que é real
E eu não entendo a realidade
Este é o meu mundo virtual
São meus sonhos, são minhas verdades
Ando tão distraído com a vida
Que quase não sinto a morte chegar
Vejo meus pés se mexendo no inferno
Mas não sinto o meu corpo andar
Meus desejos beiram a utopia
Como um lugar ideal pra sonhar
Finjo então ser contente
Para este sonho não desmanchar
Vocês vêem a máscara que cobria o meu rosto
Vêem os olhos que eu mandei comprar
Mas aqui ainda vive este morto
Que pra morte não quer se entregar
Eu quero você a todo instante
Nem em vida eu poderia explicar
Um espelho não mostra o que você não vê
E não explica o porque quero olhar
Não tem explicação
É apenas meu jeito de ser
Não existe descrição
Há um paradoxo no que é real
E eu não entendo a realidade
Este é o meu mundo virtual
São meus sonhos, são minhas verdades
Ando tão distraído com a vida
Que quase não sinto a morte chegar
Vejo meus pés se mexendo no inferno
Mas não sinto o meu corpo andar
Meus desejos beiram a utopia
Como um lugar ideal pra sonhar
Finjo então ser contente
Para este sonho não desmanchar
Vocês vêem a máscara que cobria o meu rosto
Vêem os olhos que eu mandei comprar
Mas aqui ainda vive este morto
Que pra morte não quer se entregar
Eu quero você a todo instante
Nem em vida eu poderia explicar
Um espelho não mostra o que você não vê
E não explica o porque quero olhar
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